Portal da Aviação.: Coletânea de Provas – Grupo IV
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terça-feira, 8 de março de 2011

Coletânea de Provas – Grupo IV

1.As asas baixas, em relação à fuselagem, localizam-se embaixo;

2.Os aviões dotados de dois planos de asa são chamados biplanos;

3.A parte da frente da asa é denominada de bordo de ataque;

4.O tipo de avião cuja asa fica localizada na parte inferior da fuselagem é asa baixa;

5.As extremidades dianteira e traseira das asas são, respectivamente, bordo de ataque e bordo de fuga;

6.As partes superior e inferior da asa são, respectivamente, extradorso e intradorso;

7.A distância da ponta de uma asa até a ponta da outra é denominada envergadura;

8.São asas usadas em monoplanos com montantes ou estais as semi-cantilever;

9.Superfície com forma determinada e com a finalidade de obter rendimento útil ao voo denomina-se asa;

10.São asas que não possuem estais, nem montantes externos para o seu suporte a cantilever;

11.Asa média é a asa que fica localizada na altura da metade da fuselagem;

12.Asa alta é a asa que fica localizada na parte superior da fuselagem;

13.Os aviões dotados de apenas um plano de asa são os monoplanos;

14.A designação das partes de uma asa é bordo de ataque e de fuga, extradorso e intradorso;

15.O deslocamento de ar em torno de uma asa, produz uma força que empurra a asa para trás e para cima;

16.Intradorso de uma asa é a parte inferior;

17.Os componentes estruturais internos de uma asa são as longarinas e nervuras;

18.A parte traseira da asa é denominada de bordo de fuga;

19.A parte estrutural do avião, onde são fixadas as asas e a empenagem é a fuselagem;

20.A parte da asa que sofre aumento de pressão ocasionado pelo escoamento do ar é o intradorso;

21.Os ailerons são superfícies primárias de comando;

22.Os ailerons estão localizados no bordo de fuga, próximo às pontas da asa;

23.Quando o aileron direito levanta, a asa direita abaixa;

24.São ailerons cuja amplitude para cima é maior que para baixo, corrigindo a tendência de guinada
diferencial;

25.Os ailerons, leme de direção e leme de profundidade, dão ao avião estabilidade comandada;

26.Quando o aileron esquerdo é acionado para cima, a asa esquerda inclina-se para baixo e a direita para
cima;

27.Ao se comandar o aileron direito para baixo a asa direita sobe e a esquerda desce;

28.Se o aileron da asa esquerda estiver para cima, a asa direita levantará;

29.As aeronaves turbofan, turbojato e turboélice, entre outros tipos, fazem parte da classificação grupo moto propulsor;

30.A parte da aeronave que dá sustentação a mesma, é chamada de asa;

31.Convencional, turbojato, turbofan e turboélice são tipos de motores;

32.As aeronaves mais pesadas do que o ar são chamadas de aeródinos;

33.Os veículos mais leves que o ar, que tem seu funcionamento baseado na força de empuxo do ar de baixo para cima, classificam-se como aeróstatos;

34.Uma aeronave que somente opera em superfícies líquidas é do tipo hidroplano;

35.Os principais tipos de fuselagem são tubular, monocoque e semi monocoque;

36.Segundo o processo de pouso, as aeronaves se classificam em terrestres, aquáticas e anfíbias;

37.São chamadas aeródinos aeronaves mais pesadas que o ar;

38.O planador em relação ao ar é mais pesado;

39.Os aviões que pousam tanto na terra quanto na água, são classificados como anfíbios;

40.Aeronave é qualquer veículo que se eleve e se movimente no ar, por seus próprios meios;

41.Na estrutura semi monocoque, os esforços aerodinâmicos são suportados pelas cavernas, revestimentos e longarinas;

42.Aviões terrestres são os que pousam somente em terra;

43.A aeronave que apresenta uma combinação de helicóptero e avião é autogiro;

44.A estrutura da fuselagem constituída de anéis e revestimento externo é monocoque;

45.Os aviões terrestres, quanto à disposição das rodas, classificam-se em convencional e triciclo;

46.O tipo de fuselagem mais empregado nos modernos aviões é semi monocoque;

47.Os aviões que possuem dois motores são bimotores;

48.Nos aviões turbojato ou turboélice o combustível empregado é a querosene;

49.A produção de alta tração, em função de sua grande área frontal de admissão e do seu regime econômico, caracteriza o motor turbofan;

50.O tipo de combustível usado na aviação é gasolina e querosene;

51.O reversível dos motores turbofan e turbojato joga os gases de escapamento para frente, reduzindo a velocidade do avião;

52.Os motores a jato puro (motores a reação), possuem como partes principais o compressor, a câmara de combustão e a turbina;

53.Em voo nivelado, o componente que se opõe a sustentação é o peso;

54.Para que um corpo se mantenha em movimento com velocidade constante e em linha reta, é necessário que as forças que atuam sobre ele se anulem;

55.O elemento que não é considerado componente do ar atmosférico é vapor d´água;

56.A pressão atmosférica é exercida sobre um corpo em todos os sentidos;

57.É o movimento relativo entre a massa de ar e um corpo o vento relativo;

58.Em atitude de nariz para cima, o profundor ficará na posição “para cima”;

59.O ponto em um avião, em torno do qual os momentos de nariz e os momentos de cauda são iguais em grandeza, é chamado de centro de gravidade;

60.As forças que atuam no avião em voo são sustentação, gravidade, tração e resistência ao avanço;

61.Um corpo mergulhado no vácuo sofre o efeito de uma pressão nula;

62.A menor velocidade com a qual o avião consegue manter o voo horizontal é a velocidade de estol;

63.Sempre que houver aceleração, haverá variação de velocidade;

64.O peso de um corpo é variável e a massa invariável;

65.Em um dia frio, a pressão atmosférica normalmente será maior que a de um dia quente;

66.A pressão atmosférica é uma pressão estática;

67.A superfície aerodinâmica é aquela que sempre produz pequena resistência ao avanço;

68.Um corpo que produza o mínimo de resistência ao avanço ou arrasto é chamado fuselado;

69.Um corpo que está mergulhado na atmosfera, estará sujeito a uma pressão estática;

70.O ar úmido, em relação ao ar seco, é menos denso;

71.Para que uma aeronave se mantenha em voo reto e horizontal é necessário que a sustentação seja igual ao peso;

72.Quanto menor o peso de decolagem de um avião, menor a pista necessária para decolagem;

73.Com o aumento da altitude, a pressão e a temperatura diminuem;

74.Quando L > W o voo será ascendente;

75.A força que atua num avião e neutraliza a ação do peso é a sustentação;

76.Se a sustentação é maior que o peso, o avião sobe;

77.A movimentação de passageiros e tripulantes dentro do avião, bem como a distribuição de peso na cabine ou nos porões e o consumo de combustível fazem variar o centro de gravidade;

78.A força inversa do arrasto que faz com que o avião voe continuamente é a tração;

79.A densidade do ar atmosférico varia somente com os fatores pressão, temperatura e umidade;

80.A força de sustentação depende do ângulo de ataque, formato de aerofólio, área da asa, densidade do ar e velocidade de deslocamento;

81.A movimentação de passageiros e tripulantes em voo, provoca um desequilíbrio do centro de gravidade da aeronave que é corrigido pelos compensadores;

82.Para que um corpo se mantenha em movimento com velocidade constante e em linha reta, é preciso que a resultante das forças que atuam sobre ele seja nula;

83.Ao puxar o manche, aciona-se o leme de profundidade. Neste caso, o nariz da aeronave levanta;

84.Estando em voo reto e horizontal, o piloto para cabrar e picar a aeronave aciona o manche;

85.Girando o manche para a direita ou para a esquerda, a superfície acionada é o aileron;

86.Os perturbadores de fluxo da asa ou spoilers, servem para freio aerodinâmico e diminuição da sustentação da asa;

87.Bordo de ataque é a parte dianteira do aerofólio;

88.Aerofólios são formas projetas para produzirem reações úteis;

89.Dentre as partes de um avião, a que produz pouca resistência ao avanço, e que produz força útil ao voo é a hélice;

90.A superfície de comando do avião que comanda os movimentos de rolagem é o aileron;

91.A superfície de comando responsável pelo movimento da aeronave em torno de seu eixo lateral, é denominada profundor;

92.As superfícies de comando são classificadas em primárias e secundárias;

93.A superfície aerodinâmica produz sempre menor resistência ao avanço;

94.A superfície de comando primária e secundária tem como finalidade proporcionar execução em torno da aeronave pela superfície de comando;

95.O spoiler é uma superfície articuladas no dorso da asa com a finalidade de destruir a sustentação;

96.As superfícies de comando: leme de direção, profundor e aileron são superfícies primárias;

97.O aerofólio produz força útil ao voo;

98.Os compensadores são superfícies secundárias;

99.O grupo moto propulsor, em voo, é responsável pela tração;

100.O leme de direção é uma superfície primária responsável pelo movimento de guinada;

101.O impacto causado pela aeronave no solo, pode ser amortecido pelo trem de pouso;

102.Estabilizadores vertical e horizontal fazem parte da empenagem;

103.As longarinas são vigas destinadas a transmitir grandes esforços;

104.A empenagem, quanto ao tipo, pode ser padrão, butterfly e tripla;

105.Os órgãos encontrados na empenagem dos aviões são estabilizador vertical, leme de direção, estabilizador horizontal e profundor;

106.“Stall” é situação na qual a asa perde totalmente a sustentação;

107.Os flapes e os slats são dispositivos hipersustentadores;

108.O motor turboélice é uma turbina que gira uma hélice;

109.O conjunto de estabilizadores e superfícies de comando de cauda chama-se
empenagem;

110.Em um aerofólio de perfil assimétrico, a velocidade dos filetes de ar será maior
no extradorso;

111.Pode-se considerar que todo peso de um avião equilibrado está aplicado no centro de gravidade;

112.Um avião é considerado do tipo triciclo, quando possui roda dirigível no nariz e trem principal sob as asas;

113.O formato de empenagem horizontal pode ser elíptica, triangular e retangular;

114.Uma das finalidades dos compensadores em uma aeronave é tirar tendências indesejáveis de voo;

115.A finalidade do aerofólio é produzir sustentação e forças úteis ao voo;

116.Quanto ao leme de profundidade podemos afirmar que é instalado no estabilizador horizontal;

117.Os aerofólios tem como finalidade produzirem reações aerodinâmicas úteis;

118.A superfície de comando que permite o avião girar em torno do seu eixo transversal é o leme de profundidade;

119.O aileron é uma superfície primária;

120.A linha reta que liga o bordo de ataque ao bordo de fuga é chamada de corda;

121.Um aerofólio possui características assimétricas e simétricas;

122.No aerofólio os filetes de ar passam com maior velocidade no extradorso;

123.Quando o CG da aeronave se desloca para trás, a empenagem abaixa;

124.A nervura é o elemento que dá formato ao aerofólio e dá apoio ao revestimento;

125.O acionamento dos compensadores proporciona alívio nos comandos das superfícies;

126.O movimento que o avião faz com o nariz para a direita e para a esquerda é chamado de guinada;

127.As manobras de um avião são realizadas em torno dos eixos vertical, transversal e longitudinal;

128.O pedal direito quando acionado, atua em torno do eixo vertical, ocasionando guinada para a direita;

129.O movimento de subir e descer (cabrar e picar) é realizado em torno do eixo transversal;

130.O eixo em torno do qual a aeronave faz o movimento de guinada é o eixo vertical;

131.O eixo que vai da proa à ponta da cauda da fuselagem é o longitudinal;

132.O eixo imaginário que liga a cauda ao nariz da aeronave denomina-se longitudinal;

133.O movimento em torno do eixo vertical chama-se guinada;

134.O movimento em torno do eixo longitudinal chama-se rolagem, rolamento ou bancagem;

135.O carregamento de um avião é considerado com referência no eixo longitudinal;

136.O movimento de arfagem está relacionado ao eixo transversal;

137.Longitudinal, rolagem e manche lateral apresentam correlação entre eixos, movimento e controle;

138.O movimento da aeronave em torno de seu eixo vertical é realizado através do comando do leme de
direção;

139.Os três eixos imaginários cruzam-se em um ponto chamado CG;

140.A inclinação lateral do avião se processa em torno do eixo longitudinal;

141.O eixo lateral ou transversal de um avião é aquele que vai de uma ponta à outra da asa;

142.Tangagem é o movimento feito em torno do eixo lateral;

143.Bancagem é o movimento de levantar ou baixar as asas em torno do eixo longitudinal;

144.O movimento de bancagem é executado em torno do eixo longitudinal;

145.O ângulo diedro influi na estabilidade lateral;

146.Diedro é o ângulo formado entre o eixo lateral e o plano da asa;

147.No ângulo estol ocorre perda súbita de sustentação;

148.O ângulo de incidência não apresenta variação;

149.O ângulo de ataque é formado pela corda do perfil e o vento relativo;

150.Um avião sobe com ângulo de 30o. Neste caso, o vento relativo sobe com ângulo de 30o;

151.O ângulo de incidência é formado pela corda do aerofólio e o eixo longitudinal;

152.O ângulo de ataque é formado pela corda do aerofólio e a direção do vento relativo;

153.Diedro é o ângulo formado entre o plano da asa e o eixo transversal do avião;

154.O ângulo de ataque é formado entre a corda e a direção da trajetória;

155.O ângulo de incidência da asa é formado entre a corda da asa e o eixo longitudinal;

156.O leme de direção faz parte do conjunto que forma a empenagem;

157.O leme de profundidade está situado no estabilizador horizontal;

158.O leme de direção está localizado no estabilizador vertical;

159.O leme de profundidade, quando acionado para baixo, faz a cauda levantar e abaixa o nariz em torno do eixo transversal;

160.Acionando o leme de profundidade, o avião gira em torno do seu eixo lateral;

161.O leme de direção é acionado através dos pedais;

162.O leme de profundidade é acionado através do manche para frente e para trás;

163.Durante o voo, acionando o comando do leme de profundidade para frente, a aeronave baixa o nariz;

164.Numa curva para a esquerda, o sentido de deslocamento do leme de direção é para a esquerda;

165.O trem de pouso de uma aeronave que possui o conjunto de trem principal e bequilha é classificado como convencional;

166.O trem de pouso nos aviões é órgão de pouso, amortecimento do choque e locomoção no solo;

167.O trem de pouso que não oferece qualquer resistência ao avanço, é do tipo escamoteável;

168.Trem de pouso que recolhe totalmente possuindo portão ou carenagem que o esconde é denominado escamoteável;

169.O trem de pouso triciclo consiste de duas pernas nas asas, atrás do CG do avião e uma abaixo do nariz que serve para direcionar o avião no solo;

170.O avião que tem a roda direcional instalada na parte da frente é classificado como triciclo;

171.Enflechamento é o ângulo formado entre o eixo lateral e o bordo de ataque;

172.O trem de pouso quanto à fixação pode ser fixo;

173.O trem de pouso que tem uma das rodas localizada na cauda da aeronave, quanto à sua disposição, é do tipo convencional;

174.O flap está localizado no bordo de fuga e tem como função secundária servir de freio aerodinâmico;

175.O slat tem a mesma finalidade que o flap, só que se situa no bordo de ataque;

176.Os flaps funcionam exclusivamente como freio aerodinâmico e hipersustentadores;

177.O fowler é um tipo de flap que aumenta a área das asas;

178.O flap de asa de uma aeronave quando abaixado para pouso combina redução de velocidade e
aumento de sustentação;

179.A atuação de um flap pode ser hidráulica, mecânica ou elétrica;

180.A principal função do flap é aumentar a sustentação;

181.A função do flap na decolagem é diminuir o percurso da decolagem;

182.A experiência de Bernoulli foi comprovada através do tubo de Venturi;

183.O princípio de Bernoulli expressa que no aumento do escoamento a pressão estática diminui e a pressão dinâmica aumenta, causando maior sustentação do aerofólio;

184.Dirigível é um exemplo de aeróstato dotado de propulsão (motores e hélice);

185.Em um tubo de escoamento no qual existe um estreitamento, o fluido em escoamento
uniforme acelera no estreitamento;

186.A força de sustentação deve-se à diferença de pressão existente entre o extradorso e o intradorso da asa;

187.Um avião estará voando quando a força de tração é ligeiramente maior do que a da resistência ao avanço e a de sustentação é igual ou maior que a da gravidade;

188.Centro de gravidade (CG) é o ponto de equilíbrio de um determinado corpo;

189.Densidade é quantidade de matéria existente num corpo por unidade de volume;

190.Vento de frente na decolagem diminui o percurso para decolar;

191.O vento relativo fornece ao piloto a velocidade do avião em relação ao ar ou aerodinâmica;

192.A pressão dinâmica depende da densidade do fluido e da velocidade de deslocamento;

193.Quanto maior a altitude, menor será a densidade;

194.O termo vento relativo é usado para indicar o fluxo da corrente de ar em que o avião está se movendo;

195.Um corpo mergulhado num fluido em equilíbrio sofre pressão maior na parte inferior;

196.A componente que é perpendicular ao vento relativo chama-se sustentação;

197.O sistema de pressurização tem por objetivo fazer com que a pressão na cabine, em relação à pressão atmosférica externa à aeronave seja maior;

198.O controle da pressão dentro da cabine da aeronave e a renovação do ar é feito pelas válvulas out flow;

199.A linha eqüidistante do extradorso e do intradorso que vai do bordo de ataque ao bordo de fuga é a linha de curvatura média;

200.As condições ideais para uma decolagem são ar seco, temperatura baixa e vento de proa;

201.A diferença horária entre uma cidade situada na longitude 075oW, será de 5 horas;

202.O meridiano 090oE tem como antimeridiano o de longitude 090oW;

203.Partindo-se do Sul, no sentido horário, tem-se como pontos colaterais, respectivamente, Sudoeste, Noroeste, Nordeste e Sudeste;

204.A milha marítima e a terrestre, convertida em metros, equivalem a, respectivamente, 1852m e 1609m;

205.O espaço de tempo compreendido entre dois sucessivos trânsitos de Sol pelo mesmo meridiano é chamado de dia solar;

206.No Brasil existem vários fusos horários. Se em Fortaleza (038o31'W) são 12 horas (HLE), conclui-se que em Rio Branco (067o47'W) são 10 horas (HLE);

207.Um semicírculo máximo limitado pelos pólos, oposto ao meridiano de um observador, é chamado de antimeridiano;

208.A diferença horária entre o fuso de 120oW e o fuso de 135oE será de 17 horas;

209.Com relação à hora legal (HLE), para locais que estejam do lado Oeste, a hora UTC será mais tarde;

210.Ao longo de um paralelo ou do Equador são lidas as longitudes;

211.Proa verdadeira é a relação entre o Norte verdadeiro e o eixo longitudinal;

212.Para saber onde a aeronave está, com o uso de instrumentos eletrônicos especiais, é aplicada a navegação eletrônica;

213.Círculo máximo é o que divide a terra em duas partes iguais;

214.Se uma pessoa, para se orientar, estender o braço direito lateralmente para o lado que nasce o Sol, terá à sua frente o Norte;

215.O instrumento que indica direção magnética é a bússola;

216.A terra gira em torno do seu eixo imaginário realizando o movimento chamado rotação de oeste para
leste;

217.Os círculos menores eqüidistantes do Equador, cujos planos são perpendiculares ao eixo imaginário da terra, são os paralelos;

218.Começando do norte, no sentido horário, os pontos colaterais são NE – SE – SW – NW;

219.Na teoria dos fusos horários, a relação de hora em relação à longitudes é de 15 graus de longitude para 1 hora;

220.A linha do Equador é um círculo máximo que divide a terra em dois hemisférios denominados norte e sul;

221.O meridiano de origem, determinado por convenção como longitude 000o é o meridiano de Greenwich;

222.Com relação aos pontos cardeais e respectivas direções em graus, a verdadeira igualdade é o ponto N=360o;

223.A linha de fé é encontrada na bússola;

224.A declinação magnética é o ângulo entre o norte verdadeiro e o norte magnético;

225.O ponto 270o, com relação à rosa dos ventos, está localizado na direção oeste;

226.O arco de meridiano compreendido entre a linha do Equador e um paralelo dado constitui a latitude;

227.Os semicírculos, círculos menores e círculos maiores são medidos em graus, minutos e segundos;

228.Através das coordenadas geográficas permite-se determinar pontos na superfície terrestre;

229.Sobre a linha de referência para leitura da bússola, tem-se o valor da proa do avião, que é a direção do seu eixo longitudinal em relação ao meridiano magnético;

230.Dentro do grupo de pontos colaterais a sigla SE significa sudeste;

231.A forma de conduzir uma aeronave sobre a superfície da terra, determinando a atual posição através de uma última posição conhecida é classificada como navegação estimada;

232.O sistema de coordenadas geográficas é utilizado para identificação dos pontos na superfície da terra, através de duas componentes chamadas latitude e longitude;

233.Nordeste, sudeste, sudoeste e noroeste são pontos colaterais;

234.Quando há a mudança de data no meridiano de 180o, no Rio de Janeiro (22o48'S/43o15'W), a HLE será 9 horas;

235.Na navegação aérea, o processo utilizado para obtenção da localização e orientação pela observação de pontos significativos na superfície terrestres, é chamado navegação visual ou por contato;

236.O eixo polar ou terrestre intercepta a superfície da terra em dois pontos conhecidos como pólos norte e sul verdadeiro;

237.A linha internacional de mudança de data ou “datum line” é o meridiano de longitude 180o,

238.NNE, ENE, ESE, SSE, SSW, WSW, WNW e NNW são pontos subcolaterais;

239.A bússola dá indicação da direção seguida em graus em relação ao norte magnético;

240.Se são 12 horas no meridiano de Greenwich, a hora UTC em São Paulo será 12 horas;

241.A hora UTC é a hora tomada no meridiano de Greenwich;

242.Em fusos com longitude Oeste, as HLE (horas legais), em relação a UTC, serão mais cedo;

243.Hora computada na longitude central de dois meridianos de longitude, correspondentes a um fuso horário é hora legal (HLE);

244.Uma aeronave decola de Fernando de Noronha (fuso +2) às 16:00 HLE com o tempo de voo estimado de 1 hora para Recife (fuso +3). O HLE de Recife e a hora UTC no momento do pouso, é, respectivamente, 16:00 – 19:00;

245.Uma aeronave decola de Santarém (fuso +4) às 10:00 HLE com o tempo de voo para Fernando de Noronha (Fuso +2) de 3 horas. A HLE de chegada em Fernando de Noronha será 15 horas;

246.Considerando um ponto de coordenadas geográficas (57o12'33''N – 114o28'56''E) sabemos que está nos hemisférios, respectivamente, norte do Equador e leste de Greenwich;

247.Valor angular que varia de 000o a 90o, medido a partir de Equador, para Norte ou para Sul, chamamos de latitude;

248.A sigla UTC se refere a tempo universal coordenado;

249.As latitudes e longitudes possuem valores angulares mínimos e máximos, respectivamente, de 00o a 90o, 000o a 180o;

250.Para medir uma longitude utilizamos um arco de paralelo;

251.Na longitude 000o existe a coincidência da HLO, UTC e HLE;

252.Semicírculo máximo oposto ao meridiano de Greenwich chama-se meridiano 180o;

253.A abreviatura NNE corresponde ao grupo de direções e seu ângulo, em relação ao Norte, é de
respectivamente subcolaterais – 022,5o;

254.Um plano perpendicular ao eixo polar e que passa pelo centro do globo terrestres formará o Equador;

255.Com relação à hora legal (HLE), para localidades a Leste de Greenwich, a hora UTC será mais cedo;

256.Se nas coordenadas geográficas (33o45'S – 075o00'W) são 18:00 Z, a hora UTC nestas coordenadas é 18:00 horas;

257.Quando em São Paulo (fuso +3) um relógio marca 23:00 do dia 1 de janeiro, em Londres (Greenwich) um relógio marcará 2:00 do dia 2 de janeiro;

258.12o30'40''S – 000o01'59''E, 55o55'55''N – 055o55'55''W são exemplos corretos de coordenadas geográficas;

259.O processo de navegação que utiliza ondas de rádio de estações terrestres é chamado de radiogoniométrico;

260.Na teoria dos fusos horários, o Sol leva 1 hora para percorrer um arco de longitude equivalente a 15o;

261.Latitudes decrescentes de baixo para cima e longitudes crescentes da esquerda para a direita. A carta representa os hemisférios S e E;

262.A latitude é medida sobre um meridiano;

263.A direção cujo ângulo, medido a partir do norte, corresponde a 225o, é dita e
tem a sigla de, respectivamente, colateral – SW;

264.No período vespertino, uma pessoa de frente para o sol terá o norte à direita;

265.Por volta de 12:00Z, uma aeronave sobre o Equador e na longitude 075oW e que voa com o sol à direita, estará voando no RV (rumo verdadeiro) de 360o;

266.Linhas numa carta que unem pontos de mesma declinação magnética (DMG) chama-se isogônicas;

267.Uma aeronave localizada exatamente no pólo norte deseja abandoná-lo. Tomará direção sul;

268.Ao ser dada as coordenadas geográficas consegue-se identificar o paralelo e o meridiano do lugar. No cruzamento do paralelo com o meridiano tem-se um ponto geográfico;

269.Um círculo máximo na superfície terrestre é obtido cortando-se a Terra com um plano que passa pelo centro da Terra;

270.A terra é dividida em hemisférios E (este) e W (oeste), respectivamente, pelos meridianos 000o e 180o;

271.O arco de Equador compreendido entre o meridiano de Greenwich e um meridiano qualquer é chamado de longitude;

272.A milha náutica (MN) ou marítima (MIMA) é a própria para navegação, pois esta unidade de distância está impressa numa carta sobre um meridiano;

273.A sigla SSW, pertence ao ponto subcolateral e sua direção em graus é 202,5o;

274.Na longitude de 120oW são 18 horas UTC. No mesmo instante a hora UTC na longitude 135oE será de 18 horas;

275.O sol percorre em seu movimento aparente um arco de longitude correspondente a 078o30' em 5h14min;

276.Existem na terra dois pontos de maior acúmulo de atração magnética. São eles os pólos norte e sul magnéticos;

277.A linha em cuja extensão tem o mesmo valor de declinação magnética é isogônica;

278.Um plano perpendicular ao eixo polar formará um paralelo;

279.Quando tomamos o sol como referência, devemos indicar com o braço direito o nascente que representa o ponto cardeal leste;

280.O círculo cujo plano não divide a terra em duas partes iguais é conhecido como círculo menor;

281.N, S, E e W são pontos cardeais;

282.Meridiano que, por convenção, foi escolhido como meridiano de origem e cujo valor em graus é 000, é conhecido como meridiano de Greenwich;

283.As latitudes são expressas em graus de 00 a 90 a partir do Equador nos sentidos Norte e Sul;

284.O ângulo obtido no NV até o rumo chamamos de RV;

285.Quando voamos sobre um paralelo podemos estar com o RV (rumo verdadeiro) a 090o ou 180o;

286.Círculo perpendicular ao eixo da Terra cujos pontos estão eqüidistantes do Equador, chama-se paralelo;

287.Círculo menor é todo aquele cujo plano não passa pelo centro da Terra e não divide a terra em partes iguais;

288.Os meridianos limites de uma faixa de fuso horário que tem para meridiano central 105oE são 097o30'E e 112o30' E;

289.Em Greenwich são 21:50. A HLE de um lugar de longitude 072o15'E é 02:50hs;

290.A partir de um meridiano verdadeiro (direção norte), a ordem dos pontos colaterais no sentido horário, são, respectivamente, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Noroeste;

291.A diferença horária entre os lugares de longitude 120oE e 045oW é de 11 horas;

292.O ângulo formado entre um meridiano magnético e o eixo longitudinal do avião chama-se proa magnética;

293.Na teoria dos fusos horários, o movimento aparente do sol de Este para Oeste, é resultado do movimento de rotação da terra de oeste para leste;

294.Uma distância de 177NM medida sobre um meridiano verdadeiro corresponde a 02o57' de latitude;

295.Para efeito de navegação aérea, considera-se a Terra uma esfera perfeita;

296.25o30'N – 048o20'E são exemplos de coordenadas geográficas corretas;

297.Os pontos colaterais tomados no sentido horário valem, respectivamente, 045o, 135o, 225o e 315o;

298.A hora computada a cada meridiano de longitude é a hora local (HLO);

299.Em função da grande extensão territorial, os fusos no Brasil são em número de 4;

300.Se em Curitiba (fuso +3) são 16:30 HLE, a hora UTC é 19:30hs;

301.Os fenômenos meteorológicos mais importantes ocorrem na troposfera;

302.A principal característica da tropopausa é a isotermia;

303.A camada de transição da atmosfera, com cerca de 4km de espessura, dentro da
qual o gradiente térmico é praticamente nulo, chama-se tropopausa;

304.Um volume de ar quando retém um total de 4% de vapor d´água, é considerado saturado;

305.A troposfera, camada mais baixa da atmosfera, se estende verticalmente sobre o Equador, até cerca de 17 a 19 km´s;

306.De um modo geral, a temperatura na troposfera diminui com a altitude;

307.A camada da atmosfera que limita a troposfera denomina-se tropopausa;

308.A camada da atmosfera onde tem início a difusão da luz, denomina-se estratosfera;

309.Os gases que são encontrados na atmosfera terrestre, em maiores proporções são nitrogênio e
oxigênio;

310.A camada da atmosfera que apresenta a maior concentração gasosa e sofre efeito direto do aquecimento da superfície terrestre denomina-se troposfera;

311.A camada da atmosfera onde a temperatura do ar sofre um decréscimo de 2oC/1000 pés, denomina-se troposfera;

312.A porcentagem média do gás nitrogênio na atmosfera é de 78%;

313.As porcentagens de oxigênio e de nitrogênio na atmosfera terrestre são respectivamente, 21 e 78;

314.A camada da troposfera que apresenta a isotermia como principal característica é a tropopausa;

315.O movimento vertical do ar atmosférico recebe a denominação de correntes;

316.O movimento do ar na horizontal, como processo advectivo, é chamado de vento;

317.À noite a temperatura do solo diminui pelo processo de radiação;

318.A transferência de calor que ocorre na atmosfera terrestre através de movimentos verticais de ar é denominada convecção;

319.Vento é o movimento horizontal do ar;

320.A transferência à distância, através de um meio rarefeito, sem que haja contato entre os corpos, é a forma de propagação de calor conhecida como radiação;

321.O fenômeno que tem sua formação caracterizada pelo processo convectivo do ar são as nuvens cumuliformes;

322.O processo de propagação de calor nos sólidos é conhecido como condução;

323.A transferência de calor por contato direto entre os corpos é chamada de condução;

324.A propagação de calor que ocorre pelas correntes ascendentes e descendentes, é denominada
convecção;

325.A propagação de calor no sentido horizontal, denomina-se advecção;

326.A pressão atmosférica padrão, ao nível do mar é de 1013.2 hPa;

327.A pressão atmosférica é do tipo estática;

328.O fator que influencia na variação da pressão atmosférica é a temperatura;

329.O que não interfere na pressão atmosférica é o vento;

330.A densidade do ar aumenta com uma menor altitude/menor temperatura;

331.A pressão atmosférica representa o peso de uma coluna de ar desde seu limite superior até o nível
considerado;

332.O instrumento que registra a pressão atmosférica chama-se barógrafo;

333.Os valores da temperatura e da pressão na atmosfera padrão são, respectivamente, 15oC e 1013,2 hPa;

334.A distância vertical que separa uma aeronave em voo do nível do mar é denominada altitude;

335.Na atmosfera padrão encontramos ar seco, temperatura de 15oC e pressão de 1013,2 hPa;

336.A denominação dada à distância entre a aeronave e o solo e a aeronave e o mar são, respectivamente, altura e altitude;

337.Define-se vento de superfície aquele que flui nos primeiros 100 metros;

338.A camada de fricção ou de atrito ocorre entre a superfície e a altura média de 600 metros;

339.A meteorologia aeronáutica utiliza como unidade de velocidade do vento, os knots;

340.A diferença de pressão entre dois pontos, faz que o vento flua da maior pressão para a menor pressão;

341.As aeronaves pousam e decolam com vento de proa;

342.O vento é o movimento horizontal do ar provocado por uma diferença de pressão;

343.Num voo em rota a aeronave terá um melhor desempenho quando este voo estiver sendo realizado com vento de cauda;

344.Um volume de ar se torna saturado com 100% de umidade relativa;

345.Quando a proporção de vapor de água atinge 1% do volume de ar, pode-se afirmar que a umidade relativa é de 25%;

346.Um volume de ar é denominado saturado, com umidade relativa de 100%;

347.Na classificação das nuvens, as do estágio alto são cirrus, cirrrocumulus e cirrostratus;

348.A medida que o ar sobe a encosta de uma montanha ou serra, resfria-se e torna-se saturado, formando nuvem do tipo orográfica;

349.AS, NS, CS são nuvens de desenvolvimento horizontal;

350.Cumulunimbus são nuvens de desenvolvimento vertical;

351.As nuvens do estágio baixo e do estágio alto, possuem, respectivamente, uma estrutura líquida e sólida;

352.ST, SC são nuvens do estágio baixo;

353.As nuvens de desenvolvimento vertical são de estrutura mista;

354.CU é uma das nuvens que propicia mais turbulência;

355.As nuvens cumuliformes formam-se em ar instável;

356.As nuvens de estágio baixo são encontradas com bases entre a superfície e a altura de 2000 metros;

357.A nuvem cumulus congestus (TCU) é classificada como de desenvolvimento vertical;

358.As nuvens apresentam-se sob dois aspectos básicos que são estratiformes e cumuliformes;

359.As nuvens constituídas por cristais de gelo são encontradas no estágio alto;

360.CU, CB, CC são nuvens de maior desenvolvimento no sentido vertical;

361.As nuvens cumulunimbus caracterizam-se por serem nuvens verticais e escuras;

362.Cumulus é uma nuvem que poderá estar associada a turbulência convectiva;

363.Qualquer tipo de nevoeiro que venha a se formar, algumas características necessariamente estarão presentes. Dentre elas encontramos umidade relativa elevada e visibilidade restrita

364.Os ventos que sopram do mar para o continente, formam ao longo do litoral nevoeiro de brisa marítima;

365.O nevoeiro produzido pelos ventos que sopram sobre regiões alagadas é classificado como de vapor;

366.Radiação não é um nevoeiro de advecção;

367.O nevoeiro formado devido o resfriamento noturno, principalmente em noites sem nuvens, é denominado de radiação;

368.O nevoeiro restringe a visibilidade junto ao solo podendo acarretar fechamento do aeródromo;

369.A turbulência convectiva ou térmica é mais comum no verão;

370.As turbulências que ocorrem pelo resultado do atrito de ventos fortes com uma superfície irregular, são do tipo mecânicas;

371.A turbulência que geralmente ocorre no verão, sobre os continentes e com a presença de nuvens cumuliformes, denomina-se térmica;

372.A turbulência orográfica é mais intensa a sotavento das montanhas;

373.A turbulência que ocorre com maior freqüência no verão, identificada pela presença de nuvens cumuliformes, denomina-se convectiva;

374.A turbulência convectiva é mais intensa à tarde, no verão e sobre o continente;

375.A turbulência encontrada por uma aeronave quando voando sobre montanhas é de origem orográfica;

376.O atrito de ventos fortes com terrenos irregulares e/ou obstáculos artificiais, poderá produzir um tipo de turbulência denominada mecânica de solo;

377.A turbulência causada pela corrente a jato é de ar claro;

378.A linha imaginária limítrofe entre duas massas de ar de características distintas, denomina-se frente;

379.Após a passagem de uma frente fria geralmente ocorre queda da temperatura;

380.Um grande volume de ar repousando sobre uma região acaba adquirindo as características físicas de pressão, temperatura e umidade, tornando-se uma massa de ar;

381.As frentes frias no hemisfério sul apresentam um deslocamento predominante de SW;

382.As frentes quentes no hemisfério sul apresentam um deslocamento de NW para SE;

383.Quando uma massa de ar frio desloca uma massa de ar quente, tem-se uma frente fria;

384.A fase da trovoada em que a energia dos fenômenos meteorológicos diminui é denominada dissipação;

385.Quando uma trovoada vem acompanhada de várias mudanças nas condições meteorológicas, pode-se dizer que a mesma é de origem frontal;

386.A trovoada é um conjunto de fenômenos que se manifestam no interior de uma nuvem cumulunimbus;

387.As trovoadas frontais são do tipo dinâmicas;

388.Granizo e chuva forte podem estar associados às trovoadas;

389.A trovoada na fase de dissipação apresenta como característica principal somente correntes
descendentes;

390.Trovoadas orográficas formam-se a barlavento das montanhas;

391.A primeira fase de uma trovoada é conhecida como fase de cumulus;

392.As correntes ascendentes, que ocorrem nas trovoadas, predominam na fase de cumulus;

393.Os vários tipos de gelo que se formam sobre as aeronaves são claro, escarcha e geada;

394.O gelo menos perigoso para a aviação é o escarcha;

395.O gelo claro forma-se mais comumente em ar instável e nuvens cumuliformes;

396.O tipo de gelo considerado mais perigoso para a aviação, por ser pesado e aderente é o claro;

397.Quando uma aeronave voa em grandes altitudes, ocorrerá o resfriamento da fuselagem. Ao descer para pouso entra em camada úmida de ar, podendo ocorrer a formação de gelo do tipo geada;

398.Gelo claro ou cristal forma-se entre 0oC e -10oC em nuvens cumuliformes;

399.O tipo de gelo que se forma por sublimação do vapor de água em contato com a fuselagem fria das aeronaves é denominado geada;

400.A formação de gelo nas asas da aeronave concorre para diminuir a sustentação.

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